A REDEH - Rede de Desenvolvimento Humano, criada em 1990, é uma associação civil, sem fins lucrativos, sem filiação política partidária ou orientação religiosa e tem como missão a promoção do desenvolvimento humano que contemple a igualdade entre os gêneros, raças/etnias, o desenvolvimento justo e sustentável, a proteção e conservação do meio ambiente e promoção da diversidade cultural.

 

A estratégia utilizada consiste em apoiar lideranças de mulheres e de outros atores sociais (jovens, comunidades e professoras/es), através de formação, na busca pela efetivação de direitos, no estímulo à participação nos processos decisórios e na implementação de políticas públicas voltadas para as mulheres, população negra, jovens e outros segmentos em situação de desvantagem social. Um dos focos da REDEH desde sua fundação é o campo do desenvolvimento justo e sustentável.

SOBRE

A REDEH

A REDEH

INTEGRA

PROJETOS E INICIATIVAS

Levar à Conferencia Mundial da ONU Habitat, em 2016, uma contribuição sistematizada dos avanços teóricos e práticos, de programas e projetos, governamentais e intersetoriais, já realizados ou em curso na América Latina, bem como as vozes das mulheres sobre as demandas relativas a seus direitos de cidadãs, que permitam o avanço, com desenvolvimento justo, sustentável e seguro, rumo à cidades mais equitativas para as mulheres.

Com isso, pretendemos Influir para a inclusão da questão de gênero na pauta da ONU Habitat, para os próximos 20 anos, por se tratar de tema sensível e de grande interesse para a agenda das mulheres, bem como para a da sociedade como um todo.

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O Adapta Sertão é uma coalizão de organizações que  atua no semiárido Brasileiro buscando viabilizar  estratégias e tecnologias sociais para adaptação a mudança climática da agricultura familiar.    Tem como foco de atuação inicial o interior da Bahia, especificamente, o Território Identidade  Bacia  Jacuípe  e municípios vizinhos. A meta é beneficiar diretamente um mínimo de 800 famílias até 2018.

O Adapta Sertão promove o cooperativismo como forma de desenvolvimento local e  aposta no empreendedorismo  para fazer frente aos desafios. Sua estratégia começa pela estruturação das propriedades rurais a partir do Modulo Agroecológico Inteligente e Sustentável (MAIS), que foi cuidadosamente desenhado a partir de experimentação e observação prática visando permitir  às famílias agricultoras continuar a produzir alimentos também durante as secas anuais ou no caso de uma estiagem prolongada.

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Quem Ama Abraça Fazendo Escola tem caráter educativo e preventivo no strictus e latus sensus como campanha que vem se firmando em novos modelos e conceitos para fazer juz à real inserção da mulher na sociedade. Como já diz o velho ditado, “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”. Nosso papel é o de “bater” com campanhas e “furar” o que se cristalizou socialmente nas mentes das pessoas há séculos e séculos: a mulher como ser inferior ao homem na hierarquia social. As mulheres são hoje importantes protagonistas na construção e desenvolvimento ativo da nova ordem social.

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O projeto “Mulher 500 Anos Atrás dos Panos” faz parte do Programa Pesquisa e Documentação da REDEH – Rede de Desenvolvimento Humano. Foi lançado em 1997, com o propósito de contribuir para romper com o silêncio secular que envolve a atuação, o olhar, o corpo, o saber e a fala das mulheres na nossa história.

O Portal Mulher500 se constitui em um acervo de pesquisa e documentação onde priorizamos as temáticas de gênero, raça e etnia, com o intuito de mostrar as trajetórias das mulheres na construção do Brasil, divulgando biografias, imagens, estudos recentes, artigos, publicações realizadas, cartazes, bibliografia, etc.

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O projeto Tem Mulher na Jogada é um almanaque artístico e cultural com caráter educativo sobre a participação das mulheres brasileiras nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Fruto de uma parceria entre as ONGs REDEH (Rede de Desenvolvimento Humano) e streetfootballworld, a publicação está prevista para lançamento em agosto de 2016, com distribuição gratuita para bibliotecas públicas, ONGs, núcleos de pesquisa, imprensa e demais parceiros. O principal objetivo do almanaque é estimular a mudança de mentalidade e a superação de preconceitos de gênero, raça e deficiência. Além disso, pretende-se contar a história das mulheres brasileiras nos jogos Olímpicos e Paralímpicos, e promover o esporte como uma ferramenta para a transformação social e humana.

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O conhecimento é o principal passo para a transformação da vida. Ao buscar qualificação e capacitação profissional, é possível crescer e ter mais chances de conquistar um espaço no mercado de trabalho. Fruto da parceria entre o RioSolidario, a CEDAE e o Ministério Público do Trabalho, a Casa Futuro Agora é um espaço de conhecimentos e preparação de jovens, entre 12 e 17 anos, para o mundo do trabalho.

Aulas dinâmicas, com conteúdos modernos, reúnem habilidades fundamentais para quem busca uma nova oportunidade. Em 11 unidades, são oferecidos cursos gratuitos de informática, inglês, poesia e audiovisual. Além disso, os locais contam com acesso gratuito à internet para toda a comunidade.

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As Naves do Conhecimento oferecem a oportunidade de formar os cibercidadãos de hoje e amanhã, por ser uma área especial para ligar o usuário não só ao mundo da tecnologia, mas também aos seus direitos como cidadão. A proposta do projeto é funcionar como um polo de inclusão digital, oferecendo acesso à internet, ferramentas de ensino e programas de uso pessoal, criando um núcleo de difusão e criação artística, cultural e social para os moradores locais.

As Naves estão em 9 bairros da Cidade Maravilhosa, os prédios abrangem uma grande diversidade de ambientes com equipamentos de alta tecnologia à disposição dos usuários, com ações específicas para os jovens das comunidades locais como concursos, mostras de cinema e oficinas.

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Desde maio de 2004, REDEH/CEMINA trabalham junto à Comunidade Júlio Otoni no sentido de transformar a situação da favela que recebe este nome e estava em processo de franca deterioração devido sobretudo a influência crescente do tráfico de drogas. A primeira iniciativa foi a instalação de um Centro Comunitário e a articulação de diversas parcerias que trouxeram voluntários e outras organizações tais como o Instituto Pólen que desde 2006 vem colaborando na implantação de atividades educacionais para os jovens.

O objetivo, é oferecer para a população jovem local atividades alternativas no período pós- escola, especialmente nas férias escolares (num período em que de outra maneira, desperdiçariam seu tempo vagando à toa pela ruelas da favela).

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A violência de homens contra mulheres está profundamente associada ao modo como os homens são socializados. Uma vez que os meninos são geralmente ensinados a reprimir emoções, a raiva torna-se um dos poucos sentimentos que os homens podem expressar com aprovação da sociedade. Além disso, durante o processo  de  socialização,  muitos  homens  não  desenvolvem habilidades de comunicação interpessoal  adequadas às relações pautadas pelo diálogo. Por terem testemunhado violências de homens contra mulheres em suas famílias de origem, ou por terem sido vítimas de abuso ou violência em casa, estão mais propensos ao uso de violência contra suas parceiras, filhos e filhas, reproduzindo o que alguns estudiosos denominaram de “ciclo transgeracional de violência”.

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REDEH - REDE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO

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