Projetos e Iniciativas > Hip Hop por Justiça Social
Formado por quatro elementos - o rap (música), o break (dança), o dj (maestro) e a grafite (arte) - ao chegar ao Brasil foi influenciado pela cultura local e adquiriu novas formas de manifestação ganhando cada vez mais militantes e mais espaço. Sua popularidade se deve ao fato de ser um movimento enraizado nas experiências de jovens e pessoas que vivem nas periferias das grandes cidades, além de ser muito organizado. A REDEH, reconhecendo o papel transformador dessa expressão cultural, vem desde 2003, desenvolvendo projetos com grupos e pessoas do Hip Hop de distintas localidades, segmentos e com diferentes abordagens. Pelo sucesso alcançado nas experiências anteriores, especialmente o Projeto Minas da Rima, desenvolvido em parceria com o Unifem, partimos para uma nova etapa, desta feita, trabalhar com um grupo de 30 homens na luta contra a violência de gênero, discriminação racial e desigualdade social. O Projeto Homens do Hip Hop pela não Violência contra as Mulheres tem como foco buscar a transformação da masculinidade hegemônica e a conscientização dos homens da cultura Hip Hop, da Baixada Fluminense, sobre a violência de gênero, envolvendo-os na luta pela superação da violência contra mulheres e incentivando outros homens a não praticarem esse tipo de violência, através da produção coletiva de mensagens musicais que serão divulgadas em CD e disponibilizadas num site para serem reproduzidas pelos(as) interessados(as). Estamos trabalhando com um grupo de 15 homens na luta contra a violência de gênero, discriminação racial e desigualdade social. Maiores informações: www.hiphopsemviolencia.org.br |
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