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  • REDEH - Rede de Desenvolvimento Humano

NOITE MEMORÁVEL com o lançamento do PORTAL MEMÓRIA FEMINISTA ANTIRRACISTA

Mais de 300 pessoas estiveram presentes no último dia 17 de maio, no Museu da República, na Capital do Rio de Janeiro para o lançamento de um dos projetos mais simbólicos da REDEH.


Atuamos desde 1990 como associação civil, sem fins lucrativos, sem filiação política partidária ou orientação religiosa, com a missão de promover o desenvolvimento humano que contemple a igualdade entre os gêneros, raças/etnias, o desenvolvimento justo e sustentável, a proteção e conservação do meio ambiente e promoção da diversidade cultural.


Temos um vasto e diverso acervo de imagens, documentos e outros itens que narram e testemunham o papel de muitas mulheres que foram essenciais no desenvolvimento social, político e cultural da sociedade brasileira, e até hoje são invisibilizadas por serem mulheres e serem negras. Valorizar pela memória seus feitos é um compromisso institucional.


O objetivo do Portal é democratizar esse rico acervo, reforçar a importância dessas mulheres ao longo de nossa história, e jogar luz em suas contribuições, para que possamos entender a luta feminista e antirracista.


O Portal é direcionado ao público feminista, aos movimentos negros, mas também à pesquisadoras, parlamentares, profissionais de comunicação, acadêmicas, professoras, jornalistas, publicitárias, estudantes, influencers, produtoras, escritoras, historiadoras, cientistas sociais, e todas as pessoas com interesse em conteúdo original e oficial, possam explorar e descobrir arquivos.


Algumas dessas personalidades históricas foram homenageadas por mulheres que fazem história na atualidade, através de encenações: Eliane Potiguara interpretou Clara Felipa

Camarão. Hildete pereira de melo, Bertha Lutz. Adriana Odara Martins encenou Mãe Regina de Bangosé. Lili de Oyá sua tia, Lélia González. Rogéria Peixinho brilhou como Rosely Roth. Mãe Beata de Iemanjá veio por sua filha, Maria das Dores. Numa Ciro fez poesia com Nair de Teffé e Paulinha Cavalcanti encenou Chiquinha Gonzaga.


Para finalizar esta noite inesquecível na história do feminismo antirracista brasileiro, o grupo Roda Mulher Forrozeira tocou uma versão da famosa música "Corta-Jaca" - tocada há 110 anos atrás por Chiquinha Gonzaga, no mesmo local, subvertendo a ordem e os protocolos da época em eventos oficiais promovidos pela Presidência da República.


Nosso Portal foi e continua sendo feito por muitas mãos e é um processo de construção contínua.


*Imagens doadas por AJ Sanders




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